sexta-feira, 3 de junho de 2011

No Festival das Artes

Da minha cidade.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Bokeh

Já não é o primeiro post que faço sobre bokeh... mas resolvi completar um pouco.
Na altura eu fiz uma espécie de tampa para a objectiva, toda artilhada, bem colada com fita isoladora e fita gaffa, muito fixe. Mas afinal não era preciso ter esse trabalho todo. Basta cortar circulos de cartão, cortar a forma e colocar na frente da objectiva com um filtro por cima, para não sair do sítio. E eu que até tenho melhor cortador de circulos do mundo, capaz de me safar destas e doutras situações (como no fim-de-semana passado em que o trabalho da escola da Jé consistia em fazer o sistema solar em estilo móbile, cada planeta era feito com dois círculos e cada planeta tinha o seu tamanho específico!).
Nos últimos dias e com a nova 50mm resolvi fazer mais uns testes. Já tinha lido que a 50mm é excelente para fazer bokeh com formas, mas não sabia até que ponto ela era realmente boa. Pois agora já sei, e é realmente uma maravilha!
De acordo com as minhas experiências:
*Quando queremos fotografar um motivo focado à frente e as formas das luzes atrás devemos estar o mais perto possível do motivo a focar e um pouco afastados do fundo. A distância do fundo depende do tamanho, intensidade das luzes e também da quantidade de pontos de luz;
*Então se nos afastarmos do fundo, as formas ficam mais juntas, se nos aproximarmos elas afastam-se.
*A objectiva deve estar com a abertura máxima selecionada.
*Pode usar-se o flash, mas convém usar-se velocidades de obturação baixas de modo a não iluminar apenas o assunto mas também o fundo.
*Todas as formas que não são completamente recortadas em que fiquem pedaços de cartão (como as duas imagens da esquerda, em baixo) no centro dificultam a focagem (pareceu-me que fazia uma espécie de repetição)


*O tamanho máximo da forma depende da objectiva. A forma de o saber passa por dividir o valor da distância focal pela abertura máxima. Ou seja: no meu caso dividi os 50mm por 1.8, o resultado foi de 27.78 (milímetros!). Caso não se deseje usar a objectiva na abertura máxima, basta calcular o valor tendo em conta qual a abertura que se pretende utilizar. Essa parte aprendi aqui.
Para quem não tem paciência para fazer cortes tão microscópicos pode sempre comprar.  
Eu estou a adorar e quase todos os dias faço uma forma nova :)

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A exposição

correu tal como esperava. Poucas pessoas, as suficientes.
Um dia cinzento de chuva, para não destoar.
Montrámos o laboratório aos visitantes e os materiais que usamos.
Mesmo sabendo que ninguém apreciaria tanto como nós quatro.












Ficam as saudades de estar fechada todas as minhas tardes de sábado no laboratório....

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

2ª aula

do curso de fotografia. Ao fim e ao cabo foi a primeira porque na semana passada acabámos por não fazer nada já que não havia luz suficiente no laboratório. Então desta vez fizémos finalmente a nossa própria máquina fotográfica estenopeica (pinhole) e devo dizer que a experiência foi um sucesso!!!
Adorei mesmo! E a minha primeira foto em pinhole ficou visivel e relativamente bem exposta... nada mal!
Fiquei muito feliz e venho mostrar o resultado.
Portanto a primeira foto é a original, o resultado da revelação da pinhole que fica em negativo.

A segunda foto será o resultado final quando eu a passar para positivo no laboratório. Como eu sou apressada e estava ansiosa para ver o resultado final fiz o seguinte: abri a foto no photoshop e cliquei no modo "invert" que simplesmente inverte as cores. O preto passa para branco e o branco passa para preto.
Ou seja: a foto na minha mão ficou em positivo (e a minha ficou em negativo, claro).
Na foto vê-se o "animal de estimação" da Jé, uma girafa pequenina conhecida por "girafinha". Coloquei a máquina ao mesmo nível do boneco a 20 ou 30 cm de distância. A exposição foi de dois ou três segundos (o cálculo foi mental...) pensei mais ou menos no tempo que deveria ser necessário, descolei a fita preta que tapa o buraco, e voltei a colar, tapando-o e terminando a exposição. Ao fundo vê-se uma parede, algumas árvores e um muro. Aquele ponto muito branco era uma mancha provocada pelo sol no muro do fundo... não reparei nisso até a ver na foto (oops!) Bastava ter movido a girafinha uns centímetros para a frente para evitar essa mancha.
A minha maior surpresa foi ver que as fotos dos meus colegas ficaram quase todas brancas, pretas ou com uma mancha imperceptível... tive muita sorte.
Depois mostro a caixa (máquina) que fiz e vou tentar explicar melhor como se processa para fazer isto, ok?
Para a semana vamos fazer mais pinhole (yay!) e fotogramas. E tenho já uns materiais muito fixes para fazer composição dos meus fotogramas, só desejo que o resultado da próxima aula seja tão bom como este :)) .

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Filtro de densidade neutra em gradiente

Qual a importância de ter um filtro de densidade neutra em gradiente?
Um filtro de densidade neutra é um filtro que escurece a imagem, uma filtro de densidade neutra em gradiente é um filtro que escurece apenas uma parte da imagem, visto que se apresenta em gradiente, e não completamente.
Por vezes é importante escurecer uma imagem. Por exemplo, para fazer fotos de cursos de água com arrastamento, é preciso em primeiro lugar fazer uma longa exposição para nesse espaço de tempo obter o arrastamento; fechar a objectiva ao máximo (número maior) para escurecer a imagem e ser possivel usar a longa exposição, obter mais detalhes e uma imagem correctamente focada em todo o lado e reduzir o valor de ISO para obter uma imagem mais limpa (e mais escura). Se estiver muita luz este conjunto de configurações não chega pois a imagem ficará sobrexposta ou com pouco arrastamento. Usando um filtro de densidade neutra será possível obter esta imagem, usado o tempo de exposição desejado sem queimar a foto. Esta é a principal utilização de um filtro de densidade neutra (sem ser em gradiente).
No caso do filtro em gradiente é muito bom trazer um na bolsa quando se fotografa o céu.
Muitas vezes as SLRs têm dificuldade em expor correctamente o céu e a terra na mesma composição.
Já fiz muitas fotos com o céu correctamente exposto e a terra subexposta (safam-se apenas as fotos em que se deseja obter uma silhueta), ou a terra bem exposta e o céu queimado. Sem o filtro só é possivel fazer boas fotos combinando exposições no photoshop (ou outro programa de edição).
Com o filtro o céu fica mais escuro sendo possível expor correctamente toda a cena.
As fotos abaixo mostram o que digo, ambas as fotos são SOOC (straight out of camera-saídas directamente da máquina), sem qualquer tipo de edição além do redimensionamento, a abertura é a mesma e a exposição também. A da esquerda sem filtro e á direita com filtro. A esquerda com os brancos completamente queimados e o céu pouco saturado. A diteita um pouco escura, mas serve apenas para ilustrar a diferença dramática entre "com e sem", neste caso fotografei com 1/2500seg., e bastava passar para 1/2000seg. para a imagem ficar 100%.

O resultado salta á vista e mal posso esperar para fazer uma daquelas fotos dramáticas de paisagem!

Com o tripé ainda não deu bem para testar mas ontem estive com a Jé a fazer auto-retratos. Como já tinha comprado o comando á distância, é só compôr a imagem e disparar. No modo portrait (retrato) a máquina procura automáticamente o rosto e foca, com a ajuda dela já posso fazer fotos nossas num instante :)
No outro dia começei a ensinar-lhe a fazer retratos, e a dar-lhe umas noções sobre composição e ela ficou toda feliz por estar a aprender a fotografar! Para mim também é bom porque começo a ter mais fotos minhas :))
Atenção pais: para quem se interessa, esta é uma boa forma de entreter os filhos nas férias ;)

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Adoro

receber encomendas. Quando compro alguma coisa online não descanso enquanto a encomenda não chega.
É por isso que gosto cada vez mais da Niobo. Além de terem bom material ao mais baixo preço, entregam tudo muito rápido, são super profissionais. Encomendei na terça-feira e paguei na quarta. No mesmo dia a encomenda foi enviada e hoje já a recebi! Que maravilha!
Só coisas boas: um tripé Manfrotto com cabeça joystick que permite fotografar muito rápidamente sem perder imenso tempo a rodar parafusos até obter a posição desejada. Basta rodar e apertar o botão que a posição "congela". Além disso a altura máxima são 151cm, é mais que suficiente para as minhas fotos e é muito leve, ideal para levar para todo o lado. E ainda: as pernas têm 3 posições que permitem fotografar de muito baixo, servindo também de tripé de mesa. E ao contrário de algumas lojas não custou 80€ nem 90€, custou 59.90€. Comprei também uma caneta de limpeza que tem tipo uma borrachinha na ponta que agarra as pequenas poeiras que se vão acumulando. Um filtro de densidade neutra em gradiente, muito útil para fotos de paisagem em que o céu fica normalmente sobrexposto. Tal como o filtro polarizador, este filtro possui um anel para que depois de o fixar á objectiva o possamos rodar até ficar na devida posição.
Uma das melhores compras foi também o cartão de memória SanDisk Extreme III, 4 Gb com 30mb de armazenamento por segundo. Não é o melhor dos melhores mas arruma todos os meus outros fracotes cartões a um canto. É muito chato estar a fotografar e perder aquele momento especial porque a máquina não dispara pois está ainda a armazenar as utimas fotos. Já perdi muitos bons momentos assim, infelizmente.
No más, espero eu :)
Bem, quando estas encomendas chegam é como diz o J.: pareço uma criança com um brinquedo novo.
E como sabe bem ter brinquedos novos! :))

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Filtro polarizador - céu

Tal como prometido, fiz os testes do filtro polarizador relativamente ao céu. Atenção que o meu filtro não é dos mais caros, portanto não deve ser dos melhores. Ontem li que os filtros de má qualidade podem não conseguir polarizar o céu de modo uniforme quando se trata de uma imagem ampla, captada com uma objectiva grande-angular. Penso que é possível isso acontecer com o meu. Mas eu também não costumo fazer muitas fotos de grande angular e provavelmente nunca vou pôr as minhas mãozinhas numa "olho-de-peixe", por isso não há problema de comprar um filtro barato.
Portanto, a imagem superior esquerda é a única que não tem filtro, todas as outras 3 têm filtro, para que se vejam os resultados diferentes que se podem obter rodando o filtro. O céu pode ficar mais ou menos escuro e as tonalidades podem ficar mais "amareladas" ou mais "azuladas", tudo isto também varia consoante a nossa posição em relação ao sol, que nunca deve ser de frente, pois nesse caso o filtro não apresenta alterações. E penso que se perde um pouco de luz, não sei se todos os polarizadores fazem isso ou se é só o meu que é barato.

Eu gostei muito deste filtro, causa realmente um grande impacto em determinadas imagens e volto a repetir: o photoshop faz maravilhas mas não faz milagres. E por vezes é crucial apresentar bons resultados sem photoshop, como em concursos, por exemplo. Por vezes há regras que ditam que "os trabalhos apresentados não podem ser manipulados". E aí, o que se faz? Usam-se outros truques!

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Filtro de efeitos

Magia... com tesoura, cartolina preta, fita gaffa e imaginação.
Com estes materiais fiz uma "tampa de objectiva", a minha por acaso é uma tampa de objectiva/porta filtros de cartolina. Com esta maravilha fazem-se fotos que parecem photoshop. Mas não são!
A prova viva que a criatividade é a nossa maior arma.
Esta tampa de objectiva deixa apenas uma abertura ao meio, na qual podemos recortar a forma que quisermos. Depois é fotografar vários pontos de luz e em cada um deles aparece a forma recortada.
O seu uso depende da objectiva porque no meu caso usei com a 18-55mm e não deu em nada.
Só consegui ver efeitos com a 55-200mm nos 200mm, abaixo disso não se notam grandes diferenças.
Depois também tem a ver com a focagem, a dimensão das formas varia de acordo com a focagem.
É colocar a focagem em modo manual e ajustar a gosto. Outra coisa: a nossa distância do assunto também influencia muito, neste caso eu estive a cerca de 1,5mt de distância do assunto.
Dá trabalho... mas vale a pena. Ou podemos sempre comprar uma lensbaby com discos de diafragma personalizáveis e fazer mais ou menos a mesma coisa.
E perder uma experiência maravilhosa.
Há uma outra experiência que queria fazer que é construir uma máquina pinhole (diz-se pin-hole) . Já pedi ajuda mas ninguém se candidata! É um trabalho meio complicado e eu não queria estragar os materiais.
É que é fotografia analógica e sempre que penso nisso sinto nostalgia e vontade de me dedicar, mas depois lembro-me dos preços de revelação e até me arrepio. Isso sim, era uma arte. E não era para todos.
Está quase aí o dia mundial da fotografia pinhole (dia 25 de abril), quem não sabe vá pesquisar, é lindo, quem gosta de fotografia devia saber o que é pinhole, todos nós lhe devemos muito.
Façam uma máquina ou comprem uma, há umas tããããão giras! E comemorem!

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Balanço de brancos



A foto em cima foi captada no modo de balanço de brancos automático.
A foto de baixo foi captada em modo predefinido, depois de usar uma tampa de objectiva para própria para o efeito (eu usei uma da marca Phottix, super barata!) e recolher os dados necessários para o balanço de brancos ser calibrado.
Basta colocar a tampa e proceder de acordo com as indicações da camara.
No meu caso, que uso uma Nikon D5000, basta ir a "menu"-"menu de disparo"-"balanço de brancos" e escolher o modo "predefinição manual"-"medida"-substituir dados predefinidos existentes-"sim" e fazer a captação para recolha de dados (é como tirar uma foto).
Fiquei surpreendida porque não esperava resultados tão fieis é realidade.
Atenção que as fotos não estão manipuladas, foram captadas dentro de casa com um iluminação de um candeeiro de pé.

Este é o motivo pelo qual é importante fazer o balanço de bancos.
Por vezes o modo automático não ajuda nada.

Esta é a imagem da tampa colocada na objectiva (retirada do site Niobo).

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Filtro polarizador

Definitivamente um must-have entre o equipamento fotográfico.
Aqui estão os meus primeiros testes... estava mortinha por fazê-los!
O teste foi feito em relação aos reflexos na água.
Mas além dos reflexos minimizados também é possivel ver alguma saturação em toda a foto, sendo que salta á vista o verde da folhagem.



Nenhuma foto foi editada todas elas estão tal como saíram da máquina, para que a comparação possa ser justa. Os resultados que um filtro polarizador apresenta não são (fácilmente) manipuláveis em programas de edição (ou no photoshop), daí que este seja um acessório importante para quem gosta de fotografar água ou superfícies de vidro sem reflexos (ou com o menos possível). Além disso também é muitissimo importante para que gosta de fotografar o céu (paisagens). Isto porque as núvens ficam bem definidas e o azul do céu bem saturado. Também já fiz esses testes e o resultado foi arrebatador.
Vou fazer um "antes e depois" para vocês verem.

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Edição?

Quando vemos uma boa foto normalmente pensamos:
"Que boa máquina"
"Que óptimo fotógrafo"
"Que belos filtros"
E por aí adiante. Aquilo que muita gente não se lembra é:
"Que belo programa de edição de imagem"
Até porque a imagem está super natural.
A questão é que uma boa foto normalmente é a realidade... melhor.
Só que quem não vê a foto do "antes", não repara como a foto do "depois" está bem mais bonita.
Ora reparem nesta galinha (ou galo, sei lá):

 Antes

Depois

Pois é, é espantosa a diferença que faz a edição. Parece tão natural, e o original parece cinzento.
Isto é giro porque muitas vezes quando vemos as fotos na máquina ou no computador achamos que elas estão bastante boas. Quando experimentamos a edição, nunca mais conseguimos ver as fotos da mesma forma. A vida já é suficientemente cinzenta.
Edição? Sim, obrigado!

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Filtros Close-Up


São lentes que se enroscam na parte de frente da objctiva e serve para fotografia macro (chegaram ontem, para minha alegria). Com eles diminuimos a distância minima de focagem e podemos fotografar mais de perto. Não funcionam com teleobjectivas (com a minha 55-200mm não consegui tirar uma única foto com o conjunto todo, fica tudo completamente desfocado).
Portanto não serve para fotografar pássaros, por exemplo.
Nesta foto vê-se:
1. foto sem filtro;
2. foto com filtro +1;
3. foto com filtro +2 e +1;
4. foto com filtro +4, +2 e +1;
5. foto com filtro Macro, +4, +2, e +1;
6. crop da foto com filtro Macro, +4, +2, e +1.

Nas áreas nítidas consegue-se captar muitos detalhes, mas perde-se muita luminosidade quando se adapta os filtros e logo eu tenho objectivas não muito luminosas. Mas como ambas têm VR posso fotografar com velocidades mais baixas para compensar a falta de abertura.
Vê-se nos cantos muito desfoque e pouco detalhe á medida que se aumenta a intensidade dos filtros. E era mesmo isso que eu queria!

Adoro as fotos estilo anos 60/70.
E a chuva que não se vai embora???
Quero fotografar na rua!!!!!

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